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Nos bastidores: adoção informal

23 de outubro de 2012

por Ana Karla Gomes

Imagem: Reprodução

O combate à “adoção informal” ainda é um forte propósito para instituições que trabalham com o Direito da Criança e do Adolescente. A prática, que se configura quando pretendentes à adoção acabam acolhendo uma criança por via ilegal, justifica inúmeros casos de devolução.

É a falsa ideia da oferta X demanda. De um lado, mães que desejam se desfazer logo do vínculo maternal, do outro; pretendentes à adoção que consideram “burocrático” se dirigir ao processo tradicional de adoção – através do Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

Esse “lado b” da adoção deixa marcas há décadas. Segundo o presidente da entidade gaúcha Filhos Adotivos do Brasil, Ricardo Fischer, desde os anos 60, esse procedimento era muito comum (em todas as classes sociais), mas se apresentava como um segredo familiar. “Aqui, no Sul, por exemplo, os melhores hospitais acolhiam crianças para adoção. Eram, em sua maioria, filhos de fazendeiros, empresários e políticos, que por alguma razão oculta, não podiam ser assumidos pelos pais biológicos”.

Vale lembrar que, há 4 anos, o Cadastro Nacional de Adoção vem se mostrando uma excelente ferramenta de auxílio no andamento dos processos de adoção. Para os interessados em adotar, esse é o caminho.

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