Elas por Elas

Ficando velha ou sábia ou chata ou vivida

13 de fevereiro de 2014

por Observadora

Essa frase eu peguei no Facebook da Fer Chaib, que me encontrou no blog Bibidebicicleta e nos encontramos na vida real. Desde então, fico de olho nela e, espero, ela de olho em mim. E nessas olhadas, achei a pérola que divido abaixo! 

”A gente descobre que está ficando “velha” quando… Calça 38 só com “reza braba”; Na verdade a 38 virou 42, mas a gente fala que veste 40; Emendar balada com trabalho já não é tão simples assim; Conselho de mãe finalmente começa a fazer sentido; A gente percebe que homem misterioso/confuso na verdade é um porre; A companhia é mais importante que o lugar; A baladinha da moda que TODO MUNDO vai é o último lugar que você quer ir; A gente se da conta que é mortal e as pessoas que amamos também (portanto, reclame menos e aproveite mais); O que as pessoas falam sobre você realmente não interessa (a não ser que seja um amigo ou parente muito querido) ; Ser feliz fica mais simples e você começa a dar valor ao que realmente tem.”

Minhas considerações:

* A gente descobre que está ficando sábia (porque velha, de alguma maneira, sempre fui)…

* Calça 38 é o antigo 34, portanto, você veste a 40 só com reza brava; diz que veste 42 e pega escondido dos olhos curiosos a 46 na arara, just in case

* Emendar balada com trabalho nunca foi uma opção. Sair durante a semana é sinal de que o corpo vai reclamar ao longo do percurso…

* Conselho de mãe finalmente começa a fazer sentido e colo de mãe é algo estranhamente muito mais desejado que antes…

* A gente percebe que homem misterioso/confuso na verdade é um porre! Verdade! E que sapos brincam melhor que príncipes; que não há ideal nas questões de relacionamento: que quem ama o feio, bonito lhe parece; que os caras estenderam a adolescência até os 40 e que “fazer doce” não faz o menor sentido!

* A companhia é mais importante que o lugar (quem não percebeu isso, ainda não viveu! Peloamor!)

A baladinha da moda que TODO MUNDO vai é o último lugar que você quer ir (Sempre! Prefiro viajar!)

A gente se da conta que é mortal e as pessoas que amamos também (comecei ir a enterro de gente querida aos 11 anos, portanto, a perda sempre foi uma realidade, a finitude se anuncia desde que nasci)

*
O que as pessoas falam de mim é problema DELAS; E quando Chico vem me falar de Beto, eu sei mais de Beto, que de Chico.

* Ser feliz fica mais simples e você começa a dar valor ao que realmente tem – achei o desafio! Onde ser feliz é simples, minha gente!?

 

 

Bia Amorim é editora-assistente da revista “Minha novela” e autora do blog “Bibi de bicicleta

 

 

Imagem: reprodução

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