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Personal shooper e personal stylist: entenda a diferença entre os serviços

31 de março de 2016

por Estevão Soares

Comumente administrados por um mesmo profissional, gabaritado na arte de garimpar as melhores peças e montar looks diferenciados, os serviços de personal stylist e personal shopper geram muitas dúvidas quanto às suas aplicações, afinal, ambos levam em conta, isoladamente, as particularidades de cada indivíduo que requer um dos serviços personalizados.

Como vocês sabem, sou consultor de imagem e atuo com as respectivas atividades personalizadas citadas na chamada deste post.

A questão é que, basicamente, uma atividade é inerente a outra. Entenda. O personal stylist, por exemplo, é uma espécie de assessor de estilo, que fica ao lado do cliente dizendo qual roupa combina melhor, levando em conta o seu tipo físico, estilo e o jeito que leva a vida (o que envolve hobbies, trabalho, e tudo o mais que compõe o dia a dia). A partir dessa avaliação, inicia-se a etapa de organização do acervo, onde procura-se otimizar o guarda-roupa da melhor forma, vendo o que é desnecessário, o que existe lá e está subaproveitado ou o cliente não consegue de jeito nenhum usar, e o que deve passar a fazer parte, ou seja, o que será comprado de novo. É aí que entra o serviço de personal shopper, um braço do personal stylist.

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Munido dessa organização e das informações necessárias para a “melhora da imagem”, é dada a largada para a compra das peças ideais, sempre de olho no orçamento e na necessidade, pois as ofertas são inúmeras e bombardeiam o consumidor. Sendo assim, o personal shopper surge inclusive como uma alternativa para economia de tempo e dinheiro, já que ele aconselhará o cliente a comprar o necessário nos lugares certos. Quem costuma acionar esses serviços? Todos, independentemente de serem famosos ou não. É bom enfatizar esse detalhe, pois muitos ainda pensam ser esse serviço algo exclusivo dos muito endinheirados.

Costumo sempre contar que uma vez recebi uma cliente que acabara de ser promovida em seu emprego, mas não tinha um guarda-roupa condizente ao novo cargo a ser assumido, muito menos dinheiro para comprá-lo, nesse primeiro momento, em lojas caras. Fomos juntos, após toda a análise prévia, a uma loja de departamento e conseguimos tudo o que ela precisava de imediato, com um gasto razoável e uma condição de parcelamento suave.

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Por fim, diante da minha própria experiência, posso afirmar que a procura tem sido crescente por parte dos profissionais em fase de ascensão ou em momentos decisivos de suas carreiras, o que não exclui o meio corporativo (lojas e marcas) e pessoas que ascenderam economicamente, emergindo socialmente e que agora precisam se adequar à nova realidade. Quanto isso custa? Bem, varia. Há cobrança por hora (R$ 180) dia (R$ 720) até pacotes (variam e podem alcançar a faixa de R$ 10 mil), onde o contrato é adequado às necessidades avaliadas e acordadas.

*Os valores variam de profissional para profissional, não há uma tabela.

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Imagens: Reprodução

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