Variedades

Viver a dois é quase uma ciência (ou arte)

26 de agosto de 2015

por Observadora

amor é ciência e arte

Viver a dois não é uma coisa tão fácil… No começo existe aquela paixão que embriaga e que tudo releva, mas com o passar do tempo surgem as diferenças, as cobranças e tudo pode piorar, se não existir um pouco de compreensão e companheirismo. Afinal, são duas pessoas, provavelmente, com gostos diferentes, opiniões divergentes, que movidos pelo amor decidem viver juntos uma mesma história. Mas só isso não basta. Eu disse “só”?

Na verdade, o amor é algo maravilhoso, mas refém do tempo, das cobranças, das dificuldades, das comparações. Relacionamentos nem sempre são harmoniosos, porque as pessoas são diferentes, com vontades diferentes, com gostos diferentes.

É preciso entrar de cabeça numa união que pode ou não dar certo, mas que pode sim ser feliz, se os dois estiverem comprometidos com esse desejo. É preciso renovar essa vontade constantemente. É preciso uma reconquista diária. Muitos pensam que, porque casou, o namoro deve acabar. Mas o “eu te amo” não pode ser abafado por um “isso faz parte do passado”. O namoro deve existir sempre, assim como a vontade de querer estar junto, realizando sonhos e fantasias.

Ninguém é obrigado a ficar com ninguém, mas uma relação harmoniosa, cheia de carinho e atenção, torna isso prazeroso. Quem não gosta de receber mimos e demonstrações de amor? Como diria minha mãe: “viver é uma arte”. E depende de nós a beleza desse quadro. Precisamos ser flexíveis e ficar atentos às necessidades dos nossos cônjuges. Trata-se de se dedicar e dar carinho a quem escolhemos como companheiro e parceiro de vida. Não se trata de se anular como pessoa, mas de somar e se comprometer para que dê certo.

Frustrações ao longo dos anos acontecem. Desentendimentos também, mas nada que não possamos contornar com uma boa dose de compreensão e de controle de nossas raivas. Sim, elas existirão. Tentar não brigar seria o correto, mas se a vontade de explodir for maior do que o equilíbrio, pelo menos, reconheça o erro, e aprenda a se desculpar e até a pedir perdão. É difícil! Mas é preciso aprender a reconhecer os próprios erros e a se desculpar por eles.

Torne-se mais flexível com o firme propósito de que, às vezes, é preciso mudar nossa maneira de ser para que nossa história de amor não tenha um final triste.

É preciso não esquecer que: viver a dois não é viver sempre feliz, mas saber enfrentar a vida juntos, somando juntos e aprendendo juntos.

Imagem: reprodução

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 Josilene Corrêa  é jornalista e já escreveu para o OF artigos como Depois dos “enta”…

 

 

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